quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Kart




Não precisa dizer muito....Gabriela Agostini, penapolense, publicitária, residente em São José dos Campos, mãe do Matheus, funcionária - e notícia - no jornal Vale Paraibano.

Antigamente, a velocidade era para roubar rosa e correr dos donos da roseira, atualmente, corre mesmo é no kart - mais seguro e não prejudica a natureza!
Ótimas corridas pra você!

- Detalhe para a notinha do jornal, no destaque.

Na frente

A publicitária Gabriela Agostini, do valeparaibano, conquistou na noite de terça-feira a medalha de prata no Kart nos Jogos Publicitários. Muitos se surpreenderam com o lado piloto da Gabi que também ficou com o primeiro lugar na primeira bateria realizada do dia.

terça-feira, 25 de setembro de 2007



"Esta vida é uma estranha hospedaria,
De onde se parte quase sempre às tontas,
Pois nunca as nossas malas estão prontas,
E a nossa conta nunca está em dia."
Mário Quintana



Love In The Afternoon

É tão estranho, os bons morrem jovens
Assim parece ser quando me lembro de você
Que acabou indo embora cedo demais
(...)
Eu continuo aqui com meu trabalho e meus amigos
E me lembro de você em dias assim
Um dia de chuva, um dia de sol
E o que sinto eu não sei dizer
- Vai com os anjos, vai em paz
Era assim todo dia de tarde, a descoberta da amizade
Até a próxima vez, é tão estranho
Os bons morrem antes
Me lembro de você e de tanta gente
Que se foi cedo demais
E cedo demais eu aprendi a ter tudo que sempre quis
Só não aprendi a perder
(...)
Não é sempre, mas eu sei
Que você está bem agora
Só que este ano o verão acabou
Cedo demais.

Renato Russo


quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Anjo


"Eu vim pra ser seu anjo
Pra lhe proteger
Do céu de onde eu desci
Eu vim cuidar de você
Quem sabe ouvir um anjo
Sabe adivinhar
E ver o caminho
Por onde deve andar
Sorrir é melhor quando soma e traz
Um outro sorriso de alguém
O que você dá
O mal e o bem
Que vai mas volta também"

(Seu Anjo - Roupa Nova)



Feliz! Boba alegre! Notícia boa que me fez sonhar durante a soneca com a cara do dono da notícia falando, falando, falando mais que...mais que eu quando me empolgo em contar algo. Naquela euforia de gente que ganhou presente sem esperar, como mensagem que chega no cel, vindo de quem você mais gosta mas menos espera. Euforia como a que eu tinha ao tagarelar há pouco com um amigo sobre meu jeito cri-cri de resolver os problemas, tecendo os mil orgulhos e perdendo-os todos diante de uma boba mensagem. Feliz. Como momento surpresa. Como minutos que ficam sem explicação, porque as palavras inventadas até aqui não os compreendem bem, e quando vêem, ele já passou. Como o que é mesmo para ser sentido e mais nada. Feliz. "Mais fácil entender do que explicar", como tentou um dia uma pessoa que eu gosto muito. Fácil como dar aquele sorriso de canto de boca quando a gente faz birra (como criança sem anjo por perto) e de repente vê o cel acender pra mostrar o nome do ser - que era para estar bravo mas também ri do outro lado. Euforia das que saem das coisas simples, inevitável como sorrir junto quando um bebê acorda e reconhece as pessoas que assumirão o papel dos anjos.

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Certeza

Eu o fazia rir com histórias que a ele chegam a parecer irreais, de tanto que ri, quando tive que sair. Pedi que esperasse. Não esperei por isso. Já não sabemos dizer há quanto tempo não conversamos sobre assuntos importantes. Sobre o que nos preocupa de verdade ou nossos medos. Não sinto mais medo. Ele parece tê-los mais do que já sentia antes. Mas já não reclama.
Senti saudade da nossa dança, mas a entendi como uma fase que, diferente de algumas outras, talvez volte. E acredito que volte mesmo. Quando menos estivermos esperando e mais precisarmos dela. Lembrei do blog, que eu não abro há dias. E dei de cara com um texto. Não me disse nada, nem enviou antes por e-mail. Não perguntou. Nem sei se era para eu ler. Acho engraçado o jeito dele ser sério e fiel ao que às vezes eu invento para poder dançar um pouco. Acho engraçado o quanto ele experimenta. E como embarca nas minhas invenções, manias e vícios como quem olha antes à volta para ter certeza de que ninguém está espiando. E quando acesso o blog tem lá um pequeno texto, que ele fez talvez sem pensar que eu fosse ler. Ou se fez já esperando, continua esperando. Sem pressa. Não temos mais pressa.
Senti saudade de ouvir Buena Vista. Sentir o som preencher todo o espaço onde o tempo se esforça pra mover ponteiros. Saudade de deixar a nota dançar como queira. E o ritmo ocupar todos os sentidos. Fechar os olhos. Privilégios tantos estes nossos, de não entender e, ao procurar, ainda que não achando respostas ou saídas, até se esquecer da busca. De tanto notar o caminho.

sábado, 1 de setembro de 2007

Silêncio, cobrança e certeza

Silêncio, que estão dormindo. Em uma semana muda e por demais turbulenta, a distância predominou. Não por opção. De novo, os dias, impiedosos, que saboreiam incertezas, aceleram ponteiros e alternam sensações. A cobrança se fez inevitável mas, antes, deliciosamente, saborosa, direta, impiedosa. Adorável diálogo ao por do sol, distante e irreal, mas suficiente. Palavras que aproximam e faz lembrar que cada degrau é vencido de maneira segura, mesmo que em uma velocidade contrária a dos tais ponteiros. Viaja, navega, segue. Ao menos, a certeza de algo bom do outro lado permanece a mesma.