sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

D-V-A-J-A-N

Há quem abomine, mas "Dvajan" é meu querido há muuuuitos anos.
Compartilhei esse apreço musical (e outros como Roupa Nova) com o Khan e com o Ju por muitos papos e inclusive na viagem a Porto Alegre, que teve a trilha sonora cheia de Djavan - e se eu não falar em "Cigano" e "Linha do Equador", a viagem até deixa de ter acontecido! 


Pois bem, para o deleite de quem curte e mais ainda para o meu, o Ju vai fazer um show no próximo domingo para homenagear o cara. Pensa no quanto eu to gostando disso! Então, aqui vai o convite.


"Djavanear o que há de bom" vai homenagear os 35 anos de carreira do cantor e compositor. Será em Araçatuba-SP, no Teatro Paulo Alcides Jorge (anexo à Biblioteca Rubens do Amaral - Vila Estádio), dia 27 de fevereiro (próximo domingo), às 18h. Quem promove é a Oficina Cultural Sílvio Russo, com apoio da Secretaria Municipal de Cultura.
E para quem não conhece o Junior, dê uma olhadinha no site dele. Todo o trabalho que ele faz é primoroso de verdade.

* * * * * 

E para não deixar as lembranças só aqui comigo, já que elas vão sair de qualquer jeito na hora do show, acho que devo contar que em 2005 a Rafa (Garcia), o Gui (Tavares), o Khan(peta) e eu fomos ao show dele no estacionamento da Toledo.

A princípio, era pra boicotarmos o show, porque a faculdade estava virando promotora de eventos e além da mensalidade já de bom tamanho, os alunos não tinha um bom desconto nem nada para estes shows. Combinado o "motim", deveríamos nos reunir atrás do palco e passar a noite xingando e fazendo sei lá mais o que desse na cabeça na hora, menos ver o show. 
Mas só aparecemos nós quatro e, como não ia dar muito barulho, resolvemos ficar na porta com cara de "nem queríamos mesmo entrar". Mas isso até ganharmos três convites! Três! E, assim que o show começou, a gente ainda lá fora, oferecemos R$ 10,00 para o cambista e pegamos o quarto convite. Show do Djavan por R$ 2,50 cada, isso não ia se repetir na nossa vida, e então achamos por bem entrar e curtir e gritar e ficar roucos igual qualquer um que tinha pago caro pra entrar.

De quebra, o Khan e a Rafa sumiram e apareceram do lado de lá da grade pro camarote, com uns três copos de bebidas em cada mão. Ao fim do show, ainda fomos buscar um autógrafo, mas eu só achei minha escova de dentes e dei pra ele pensando que fosse caneta, e uma nota de R$ 50,00 que na hora eu achava que se ele assinasse eu não gastaria mais.
Depois, duas pessoas (dá pra imaginar certinho quem são) pediram pra ser deixadas na Calypso e os outros dois tiveram que ficar esperando até eles sairem dizendo que ainda conseguiram confundir os seguranças e usar a pulseirinha do show pra ficar no camarote da boate. Um dos elementos foi levado (a) pra casa pelos outros três, e, antes de ser colocado (a) na cama, pediu um minutinho para vomitar elegamente no jardim e dizer "tá tudo bem, gente". 
Que saudade!

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Eu preciso dizer, Clara


Pessoas
Eu não sei por onde começar, porque penso que não deveria começar. Mas estou engasgadíssima com umas cenas que vi ontem e hoje a respeito da escritora que participou do programa Troca de Família (Rede Record) e afirma que foi traída pelo seu então marido.
Pronto. Acho que já comecei. O lead tá aí. Agora vamos lá...vou entortar a pirâmide agora, porque preciso ordenar os fatos, e isso aqui é bobagem e não jornalismo, então, vambora.
Agora a Clara já sabe que eu não to falando da "Kiara", a tal da novela que eu não vi, mas que entrou para a calçada da fama novelística (só se for do Vídeo Show) com o pezinho ao lado do da Odete Roitman e outras.
Pronto de novo: Clara, eu to falando de você, "oi?" [na boa, eu adorei o seu "oi?", não to sendo irônica aqui, não].
Tenho pavor de Big Brother (com respeito absoluto especialmente a dois amigos meus que vivem intensamente cada programa), mas o "Troca de Família" é uma das coisas que meu cérebro pede quando quer desligar. Aquele "Casos de Família", no qual um fica apontando o defeito do outro, também, porque parece que fica todo mundo com o lado animal bem exposto e eu fico analisando com a minha vã, empírica e totalmente pessoal visão psicológica, sociológica e antropológica da coisa (ah...e como comunicóloga também, lógico). Mas minha mãe e minha irmã meio que me encheram tanto que eu nem sei mais se ainda passa aquilo, enfim.
Daí ontem, vagando pelos sites de notícias, pulou a fofoca sobre a escritora traída. Oi? No site R7. Oi? O que é o R7? O portal da Record. E quem é a escritora? Colunista do portal da Record. Oi? A pulga já começa a coçar aqui.
Pois bem...a Clara (nem vou citar referências, sobrenome ou o blog dela, porque se lá ela escreveu "Oi, meu nome é Clara e eu sou corna", agora vai ver que jogando "corna" no google só dá ela, primeirona) é uma mulher de visual chocante, bonita de ver mesmo. Não conheço nada do que ela escreveu, mas se conseguiu se estabelecer financeiramente sendo escritora no Brasil, mesmo que seja escrevendo literatura de consumo, meu respeito e aplauso. O que importa a mim não é o que ela escreve ou canta (ela também canta, mas eu não entendo nada de música e já acho que to palpitando demais aqui), o que importa é a Clara que está vagando por aí hoje.
A moça escreveu em seu blog um texto escancarando que foi traída. E que não sabia se o programa ia mostrar cenas que comprovassem, mas que ela tinha certeza de tudo. E ela é tão irônica, mas tão irônica que até eu que sou fã número um de ironia e sarcasmo, me senti mal com os excessos. 
Pois bem, fiquei imaginando o que a Record faria na edição de um programa em que a própria funcionária (colaboradora, sei lá...colunista do R7) havia participado, se sentido traída, e portanto, sido vítima. O que pensariam as esposas que estivessem pensando em participar do programa? Na minha cabecinha confusa, penso que desistiriam, não?
Continuando o ócio, achei no youtube uma reportagem (grande, por sinal) que o Domingo Espetacular fez com a moça começando com um "notícia bomba!". Oi? O Domingo Espetacular passa onde? Na Record. Mas eu ainda não to pensando que a Record tá construindo polêmica em cima do próprio programa pra causar um pouco e gerar audiência - porque penso que a audiência seria em curto prazo e depois não acharia mais interessados em participar voluntariamente (a própria reportagem diz que é comum rolar separação depois do programa).
Fato é que assisti aos programas e não enxerguei NADA de traição. NADA. Ambos os casais eram jovens, saíram para beber, beberam, ficaram bêbados, e o programa não mostra além disso. Ok, a edição pode ter preferido assim, mas a reportagem em torno da suposta traição emenda cenas desconectadas, coloca falas soltas em lugares impróprios, cria coerências falsas, faz uma bagunça imensa com as partes do dia, as cenas, as situações e dá a entender que a traição aconteceu. Mas não tem nenhuma cena extra, nada que tenha sido captado e só agora tenha sido veiculado. Ou seja, recorta o próprio programa que a emissora produziu e o distorce.
Enfim, isso não me incomoda, não fosse o fato da Clara escancarar sua suspeita com uma certeza e rabugisse de semelhança com a casmurrice que Machado criou. E quem leu Dom Casmurro sabe o sufoco que é viver procurando provas de algo que não deixou provas. (ah...ela disse que o cara acabou confessando, depois que eles já haviam se separado por outros motivos - oi? Clara, querida, depois da separação é isso. Cada um quer sair mais bonito na foto e cantar mais alto "eu nunca te amei, idiota" - e se ele não te traiu no programa, mas você morre de vontade que ele diga que sim, ele vai dizer, você vai se retorcer de raiva e ponto pra ele!).
Clara, você tem certeza? Então tenha. Mas não deixe de ser a moça que escreve livros, e que os vende muito, que canta numa banda e que consegue se manter como escritora. Você disse durante o programa que tem Transtorno Bipolar, e eu nunca convivi de perto com isso mas creio ser algo bastante sério e doloroso, e aposto minhas opiniões (psiquiátricas agora) de que tudo isso faz parte dos fantasmas que a gente vê quando a cabeça da gente tá cheia demais pra conseguir manter os procedimentos organizados e sadios.
Clara, não dê mais entrevistas xingando a outra participante. Clara, tá tão feio. Eu daria risadas, se não tivesse ficado preocupada. Clara, não tá legal. Vai por mim. Clara, eu precisava dizer. 

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Ao sócio, mais uma vez

"Posso ser assim. Daqui a pouco, não".
Não me leve a sério. Nem eu sei levar.


(por essa rasteira você não esperava, né?
Nem eu, nem eu...)

domingo, 13 de fevereiro de 2011

SÉRIE CACOS - 1. Ao sócio

Eu só queria uma rasteira sua hoje, na praça em frente ao cinema, em Penápolis mesmo. Nem precisava ser o vento no rosto na escadaria. 
Eu só queria umas broncas. E uma rasteira que derrubasse com muita força.



E o concurso foi lançado!!!

Escritores de profissão, amadores ou apaixonados pela escrita já podem soltar a imaginação e tentar um prêmio no Concurso de Contos “Cidade de Araçatuba”. 
Em sua 24ª edição, ele agora ganhou importância ainda maior este ano, sendo estendido a escritores dos demais países de língua lusófona. Para marcar sua nova abrangência, seu lançamento aconteceu na Casa das Rosas, na avenida Paulista, em São Paulo, na última sexta-feira (11). E é claro que a caipirada aqui foi prestigiar, né? 
Membros da Academia Araçatubense de Letras, do Conselho Municipal de Políticas Culturais e da Secretaria Municipal de Cultura de Araçatuba também estiveram lá, como o secretário Hélio Consolaro e o prefeito Cido Sério.
Um sarau de poesias marcou o lançamento, com apresentação da Talita (Rustichelli), afinadíssima e com um repertório pápápá de bom! 
LEMBRANDO: as inscrições para o concurso já estão abertas e o prazo termina em 3 de maio.
Detalhes do regulamento aqui (no blog oficial do concurso).
Segue vídeo feito pelo Anderson (Augusto Soares, da Assessoria de Comunicação)




No ano passado, o concurso bateu recorde, dobrando o número de inscritos com cerca de 700 participantes.
O prêmio também é muito bom, pessoal - confiram lá no blog.
No mais, participar já é válido demais - inspira, provoca, abre a cabeça.
Vamos lá! Escrevam e se inscrevam!



quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

série espetáculos - 4

Sagrada Família - Antoni Gaudí
O Templo Expiatório da Sagrada Família, também conhecido simplesmente como Sagrada Família, é um grande templo católico da cidade catalã de Barcelona (Espanha), desenhado pelo arquiteto catalão Antoni Gaudí.
É considerado por muitos críticos como a sua obra-prima e expoente da arquitetura modernista catalã. Financiado unicamente por contribuições privadas, o projeto foi iniciado em 1882 e assumido por Gaudí em 1883, quando tinha 31 anos de idade, dedicando-lhe os seus últimos 40 anos de vida, os últimos quinze de forma exclusiva.
A construção foi suspensa em 1936 devido à Guerra Civil Espanhola e não se estima a conclusão para antes de 2026, centenário da morte de Gaudí. Como toda construção católica, mercantilmente deve demorar para acabar, mas a genialidade de Gaudí não tem nenhuma relação com isso.

série espetáculos - 3

Sebastião Salgado (ponto)

série espetáculos - 2

You'll Never Walk Alone

Walk on... (walk on)
Walk on... (walk on)
With hope (with hope)
In your heart...
And you'll never walk alone
You'll never walk alone.
Alone...

série espetáculos - 1

Sala de recepção (Cartola)

Habitada por gente simples e tão pobre
Que só tem o sol que a todos cobre
Como podes, mangueira, cantar?

Pois então saiba que não desejamos mais nada
A noite, a lua prateada
Silenciosa, ouve as nossas canções

Tem lá no alto um cruzeiro
Onde fazemos nossas orações
E temos orgulho de ser os primeiros campeões

Eu digo e afirmo que a felicidade aqui mora
E as outras escolas até choram
Invejando a tua posição

Minha mangueira essa sala de recepção
Aqui se abraça inimigo
Como se fosse irmão

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

live forever

Maybe I don't really want to know
How your garden grows
'Cause I just want to fly
Lately, did you ever feel the pain?
In the morning rain
As it soaks it to the bone?

Maybe I just want to fly
I want to live, I don't want to die
Maybe I just want to breathe
Maybe I just don't believe
Maybe you're the same as me
We see things they'll never see
You and I are gonna live forever

I said maybe I don't really want to know
How your garden grows
'Cause I just want to fly
And lately, did you ever feel the pain
In the morning rain
As it soaks it to the bone?

Maybe I will never be
All the things that I want to be
But now is not the time to cry
Now's the time to find out why
I think you're the same as me
We see things they'll never see
You and I are gonna live forever

Maybe I don't really want to know
How your garden grows
'Cause I just want to fly
Lately, did you ever feel the pain
In the morning rain
As it soaks it to the bone?

Maybe I just want to fly
I want to live, I don't want to die
Maybe I just want to breathe
Maybe I just don't believe
Maybe you're the same as me
We see things they'll never see
You and I are gonna live forever

We're gonna live forever
We're gonna live forever
We're gonna live forever
We're gonna live forever

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Feliz mente


Tinha medo. Medo de falar do que não estava sentindo mais, do que já não existia. Medo de efetivar a falta definitiva de coisas que lhe fizeram mal. Ela pensava que deveria querer a existência delas. A solução delas. Mas não quer, e isto ela tem medo de dizer.
Ela vive do vazio e do silêncio. Precisa deles. E quer que ninguém a descubra em seu próprio endereço. Às vezes se obriga a começar o mesmo velho ritual de gostar do que precisa ser apreciado. Mas não gosta. Ela já demorou muito tempo e sabe que não gosta. Ela não quer mais isto.
Tinha medo, e pensou que eles ficariam ali, dentro da gaveta aberta, pela eternidade. Hoje, se quisesse procurá-los, saberia. Mas não acreditaria mesmo assim. São os tais monstros que ela mesmo cria – disseram. 
Ela às vezes finge o tédio para que ninguém venha querer compartilhar daquela tarde. Quer que todos pensem a mesma e medíocre ideia. Ela está completamente satisfeita. E como os olhos daqueles que espiam nunca entenderão de onde pode vir o contentamento, se esquiva de explicações. (como iria dizer “eu não gosto disso tudo onde querem que eu queira estar!”).
Pelos bons modos, sorri. Faz que também aplaudiu. E não vê a hora de ir para dentro de si. Ela está de boca fechada para que não escape o riso. Não podem saber do contentamento. Não podem saber deste tanto que é feliz. Felizmente assim.


Sobre a minha cabeça



Há quase 40 horas aguardo um e-mail com alguns materiais que eu preciso muito, o que me leva a atualizar a página freneticamente e deixar o note ligado desde terça-feira. Mas chegou o seu e-mail, e me arremessou para um lugar que eu só encontro aqui, dentro da minha cabeça, e que há muito eu não me lembrava de visitar.
Seu e-mail escancarou o quanto é fato que eu não preciso de mais nada. Sou exagerada, reclamona, crítica, crítica, crítica, e são todos caprichos, nada além. O lugar onde temos a memória do vento no rosto na escadaria, a vontade de protelar o fim do passeio prometendo que no próximo metrô a gente embarca, a chuva lá fora, que chegou pra disfarçar os olhos embaçados, a apostila que a gente odiou, mas você insistiu que voltássemos para eu buscá-la na mochila que ia nas suas costas, as tantas lembranças.
O curto passeio a pé em Penápolis, depois da padaria, as horas esticadas em frente ao hotel, eu esperando você telefonar de manhã para se despedir de novo, você indo embora evitando a vontade de telefonar. As tantas ligações de madrugada, até 3h, 4h da manhã. Isso nunca foi mesmo amizade, isso não tem nome.
Das tonalidades e suas variações a respeito dos departamentos diversos que você citou, eu não posso dizer. Eu ainda não vivi nada disso, e sempre que, se mesmo impotente eu lançar meus pitacos moralistas ou mimados, sei que sempre vou logo me arrepender, e me achar babaca. Posso mesmo, e sempre vou, andar preocupada com você, ainda que eu não te diga. Mas sobre a minha cabeça e você, eu posso dizer. 
Não me recordo do gol contra que você citou, mas me lembro de vários dias em que eu quis dançar contigo palavras rápidas e atrevidas, pelo puro prazer estético que elas sabem dar (é como o efeito de um vestido rodado; ao toque de uma salsa, ele precisa e deve aproveitar). Ousamos várias vezes por isso, e por nada além.
Um dia essa cabeça propôs que nos lembrássemos de todos os amores que um dia me tiveram na mão (ops...que eu colocava na mão e esmagava, né?). Você sempre os conceituava rapidamente para logo apelidar cada um deles, conforme a característica que representava maior discrepância com o que você sabe que eu sou. E zombamos de mim por minutos deliciosamente ousados. Você não é homem nem mulher pra mim, você é um pedaço dessa minha cabeça.
S
eu e-mail hoje trouxe tantas coisas bonitas que eu não saberia respondê-lo. Não sei por qual sensação, mas chorei um pouco em parte dele. Sempre vai ser um presente saber que você garante a manutenção daquilo que acha precioso - e que eu sou parte disto. Suas palavras foram daquelas que trocávamos há alguns anos, e que podem ter por algum dia nos levado a alguma confusão – a diferença é que agora não há confusão. 
Ah...sobre o seu gol contra, eu nunca mais me lembrei dele – naturalmente, mastigo muito devagar, mas depois dessa etapa, a digestão é definitiva, e eu me esqueço dos sabores. Tem sido assim também com os amores, lembra? A saudade precisa ser saudade até seu último dia, e no dia seguinte ser pedaço de jornal velho. O mesmo com os embaraços que posso ter sentido. Pedaço e jornal velho, que se um dia quisesse contar história, ninguém pararia para crer. 
Obrigada pelo e-mail sobre a sua cabeça. E não se esqueça que eu sempre vou pensar que isto não é mesmo amizade. É palavra não inventada, porque até hoje aqueles que chegaram perto de vivenciar, devem ter se assustado e partido sem provar. Aproveitemos nós disto que ainda não se criou!
.
.
(Por isso gosto tanto da amizade em "A menina que roubava livros")
.
.                                                                              (em 27 de janeiro de 2011)

Dans Paris

sobre o amor incondicional entre dois irmãos...



O filme acompanha a vida de dois irmãos ao longo de um dia. Paul (Romain Duris) está sofrendo pela perda de um intenso amor e mergulha em grande depressão. Ele muda-se para a casa de seu pai, onde também vive seu irmão mais novo, Jonathan (Louis Garrel), que tem uma existência aparentemente despreocupada com seus vários casos amorosos.

FICHA
Título no Brasil: Em Paris
Título Original: Dans Paris
País de Origem: França / Portugal
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 93 minutos
Ano de Lançamento: 2006
Estréia no Brasil: 28/12/2007
Site Oficial: http://www.dansparis-lefilm.com
Estúdio/Distrib.: Imovision
Direção: Christophe Honoré


Elenco
Romain Duris ... Paul
Louis Garrel ... Jonathan

simpática narradora



Liesel Meminger é a menina que nossa narradora — a morte — encontrou três vezes. A garotinha conseguiu tapeá-la nas três.

Impressionada, a ceifadora de almas decide nos contar sua trajetória, pois, como ela mesma diz, em seu ramo de trabalho, o único dom que lhe salva é a distração. Ela mantém sua sanidade.

NOTA: A Menina que Roubava Livros (The Book Thief, no original) é um romance juvenil do escritor australiano Markus Zusak, publicado em 2006. No Brasil, sua obra só foi lançada em Março de 2007 pela editora Intrínseca, traduzido por Vera Ribeiro