sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

inevitável


mais do que a canção e a letra, estou com sensação das estrelas se apagando ...

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Sem exclamações, por favor

Então é 2015. Acabou o tempo da canseira construída de forma proposital, das fotos exageradas, dos risos forçados e do consumo estúpido. Assim é o final do ano, que deveria servir de descanso, mas serve mesmo é pela porta contrária. Não venha com discursos opostos, não estou nem aí para a oposição. Esse blog não é uma democracia. Nem as festas de fim de ano. Compre, programe, casa daqui, casa dali, chegadas e partidas efêmeras, corra, corra, estupidamente, corra.
UFA!, 2014 foi embora e levou com ele momentos tristes. Ainda bem, melhor assim. Sem falar no 7x1 de BH, na estiagem e racionamento camuflado na dinastia tucana paulista, na destruição de uma Marina Silva que talvez tenha sido melhor assim. Ah! 2014, você foi beeeem tarde.
Então é 2015, as resoluções da noite de Reveillon já foram boa parte pelo ralo. As amizades, as mais duradouras e significativas, estão longe, distante e sem previsão de reencontros. Mas note, nunca trabalho com roteiros. 
Não decifra-me. Nem tente, por favor. Nem mesmo eu faço. Feliz 2015, sem exclamações.