segunda-feira, 16 de junho de 2008

No final do primeiro parágrafo


Ao fundo, o vento frio que chegou na madrugada, balança a persiana. Algun gritos mais ao fundo, fazem parte dos melhores momentos das vidas daquelas pessoas, mas elas não sabem. Certamente irão descobrir isso anos depois, quando não tiverem tanto tempo nem tanta alegria. É a vida, o instante, o ponteiro que não congela, o segundo em que entra e sai o ar dos pulmões...a vitalidade voltou. O túnel do tempo parece que vai me acompanhar para sempre. Agora tenho o futuro em minhas mãos, vivo, pulsando, mas a sépia de quadros que não vivi não me abandonam, tenho a impressão que seguirei com essa vida que me oferece valores da descoberta. Ótimo, enfim. Futuro e passado, sépia e cores que ardem as vistas e ensinam em um ritmo nada acelerado.

Porque eu sairia daqui se posso chegar até qualquer pessoa por uma janela? Ainda que esta esteja sempre semi aberta. Semi aberta é quase aberta e não quase fechada. Hum, já vi tudo, to misturando estações, deveria ter parado no final do primeiro parágrafo. Volto.

3 comentários:

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